
Tom Bernardin, CEO da Leo Burnet dos Estados Unidos, também falou algo que é bom salientar: “A tecnologia alterou o modo como criamos insights, o modo como provemos uma mensagem mais relevante, como desenvolvemos experiências com a marca e como a música rola na vida das pessoas”. Ele também disse que, no mundo digital, o sucesso vem de marcas fornecendo mais de uma conexão pessoal.

Além do Tom Bernardin, vemos alguns comentários e opiniões de outros grandes executivos. Gostei bastante do que o CEO da Interpublic Group of Cos. Michael Roth, disse a respeito da tecnologia e criatividade: “A tecnologia não vai enterrar a criatividade. Ela vai aumentar a criatividade”.
A presidente da DDB do Oeste dos EUA, Elizabeth Ross, também disse: “Os consumidores são a nova mídia e eles sabem isso. Você precisa falar com ele, não para ele. Ultimamente isso se tornou um processo colaborativo. Não é mais linear”.
Bom, essas são apenas algumas coisas que achei relevantes colocar aqui no blog. Para ler o artigo completo e mais detalhado clique aqui. (inglês).
A tecnologia aliada à publicidade realmente será uma tendência no futuro. Cabe a nós publicitários se prepararmos e estarmos ligados nessas mudanças.

Pois bem, esses dias vi um artigo na Advertising Age que falava que 2008 ainda não seria o ano do Mobile Marketing. E eu concordo com eles. Principalmente aqui no Brasil muitas coisas ainda precisam ser desenvolvidas e estudadas mais. Coisas extraordinárias poderão ser criadas, mas acredito que futuramente.
Conversando com quem entende do assunto(meu irmão) pude aprender uma coisa interessante. Vou transcrever aqui em baixo as coisas que ele me disse.
Mobile se divide em três categorias:
WhiteLabel - São produtos feitos diretamente - sob encomenda ou não - para as operadoras. Não envolvem anunciantes, mas podem, eventualmente ter parceiros de conteúdo. Esses produtos estão posicionados no deck das operadoras e utilizam-se dessa “mídia gratuita” como estopim de veiculação.
Mobile Marketing - Qualquer campanha de marketing para dispositivos móveis, como telefones celulares / PDA’s. A demanda vem sempre de um anunciante (Seda, Pepsi etc) visando atingir mais um ponto de contato com o consumidor.
Mobile Advertising - É a pura e simples veiculação de mídia nas operadoras e seus respectivos canais e parceiros.
Se você quer saber um pouco mais sobre o que é mobile maketing, sugiro que veja a apresentação abaixo:
Selecionei outros blogs e posts que explicam melhor esse mundo do mobile:
Pois é galera, vamos ficar ligados no que vem por aí.

Artigo originalmente postado no Bloguerreiros.
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Todos devem se lembrar de um site lançado em época de natal chamado “Elf Yourself” da OfficeMax, onde os usuários podiam inserir fotos com seus rostos ou de amigos em elfos dançantes. Essa foi uma das maiores campanhas on-line e um dos maiores virais da atualidade, e eu explico por que.
Esses dias li um artigo no excelente Advertising Age que comentava sobre essa campanha. Logo no início eles já dizem que o Elf Yourself deixou grandes campanhas como Subservient Chicken e Whopper-Freakout (ambas do Burger King) no pó.
Aproximadamente 26,4 milhões de pessoas visitaram o site onde foram criados cerca de 123 milhões de elfos em 5 semanas, ou seja, um absurdo de gente. O site apareceu e foi citado em diversos lugares, inclusive em programas de tv, revistas e jornais norte-americanos.
Confira o gráfico abaixo:

Uma coisa interessante que podemos notar no gráfico é que as estatísticas não são medidas por número de views e sim por citações em blogs. Isso demonstra o quão importantes e influentes estão os blogs atuamente.
Mas como a OfficeMax lucrou com isso? O site é engraçado, divertido e atraente, mas ele necessita estar relacionado com a marca certo?
Nos 20 maiores termos de busca nas 4 semanas de dezembro, 6 deles incluíam o termo OfficeMax.
A agência responsável pela criação e idealização do projeto foi a Toy de Nova York.
Para conferir o artigo melhor detalhado e ver o vídeo explicativo clique aqui. (inglês)
Realmente podemos dizer que tudo isso foi um fenômeno digital, não acham?