Jul
22
Filed Under (Futuro, Novidades, Variedades, Web, campanha on-line) by Bruno Delfino on 22-07-2008

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Todos sabem que o Radiohead vive inventando coisa nova pela internet e sempre surpreende os fãs e a mídia. Eles já disponibilizaram o dowload de seu álbum online, onde os usuários podiam pagar o que quisessem, eles já fizeram uma competição de ‘remixes’ para música Nude, e mais recentemente usaram duas tecnologias para capturar imagens em 3D, sem usar câmeras ou luzes.

Esses dias acabei encontrando um post com uma apresentação (em vídeo) muito boa feita pelo sócio da agência londrina Poke, Iain Tait, falando sobre o case da banda Radiohead.

Confira abaixo:


My Online Marketing Presentation About Radiohead from iaintait on Vimeo.

Iain fala que não gosta da banda Radiohead, mas gosta da idéia da banda Radiohead. Ele pede para imaginarmos se marcas normais conseguissem fazer isso também: fazer as pessoas se importarem com seu produto mesmo sem elas gostarem tanto.

Eu acho que isso se aplica muito bem ao post em que falo sobre a criatividade inesperada. Para criarmos e planejarmos campanhas que se destacam, geram buzz, mídia espontânea e causam uma experiência muito forte com o consumidor, devemos seguir o exemplo da banda Radiohead. Devemos pensar em algo que o consumidor nunca jamais imaginaria que pudessemos oferecer a ele. Algo novo, fora do comum e surpreendente.

Claro que com o avanço da tecnologia e surgimento das novas mídias isso se torna mais possível, mas se analizarmos bem a fundo, o que realmente conta aí é o ideal, o conceito por trás de tudo.

Imagine quantas pessoas não passaram a ouvir Radiohead por causa desse novo ideal/conceito que eles criaram nessas últimas ações?

Caso queira ler mais sobre a banda, aconselho o post do blog Estalo.org e o artigo do Meio & Mensagem.

Fonte: Crackunit

Jul
08

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Já falei anteriormente aqui no blog sobre o planner Paul Isakson. Agora é hora de falar sobre o Faris Yakob, o Digital Ninja da agência Naked.
Esses dias, visitando seu blog encontrei uma apresentação bem interessante que ele fez para WARC Influence Conference. Não sei se vocês já viram, mas acho relevante postá-la aqui no blog.

Na apresentação, Faris comenta algumas coisas que já são muito faladas atualmente, tais como, a nova era digital, o futuro das marcas, o consumidor emergente, a convergência de mídias, transmedia, CGC entre várias outras coisas.

Mas o que chama a atenção são algumas novas visões que ele dá e o jeito simples e objetivo com que ele fala sobre essas coisas.

Confira abaixo:

Acho importante os estudantes de comunicação (eu me incluo nessa) ficarem ligados em tendências e apresentações como essas, que com certeza serão uma realidade cada vez mais presente no futuro.

Agora eu me pergunto: nos países do exterior (EUA, Londres) a comunicação digital está crescendo em uma escala bem grande. Será que aqui no Brasil os consumidores estão preparados para esse tipo de mudança? Ou isso está um pouco distante de acontecer?

May
20
Filed Under (Interatividade, Futuro, Tendências, Artigo) by Bruno Delfino on 20-05-2008

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Não há dúvida alguma que a interatividade será um dos principais atrativos da comunicação do futuro. Dá pra ver claramente que ela já está sendo utilizada de várias formas e em diversos meios. Tudo isso é possível graças a constante evolução da tecnologia.
Mas será que os consumidores e os anunciantes estão preparados para se adaptar a essas mudanças e aceitá-las?
Conversando hoje com meu amigo Rodrigo Cunha, chegamos a conclusão de que a tecnologia está mais avançada do que a cabeça da galera. Ninguém aposta muito nela e na internet e acho que vai demorar um pouco pras pessoas se adaptarem a isso. Elas não estão tão preparadas ainda(pelo menos aqui no Brasil), mas com o passar do tempo, certamente estarão.
A origem dessa conversa veio de uma tecnologia nova chamada beMerlin que é uma espécie de painél invisível, controlado apenas pelos movimentos das mãos.

Confira o vídeo abaixo:

Para saber mais sobre o beMerlin e conhecer sua mecânica clique aqui.

Pois é galera, no futuro vamos ver coisas desse gênero em cada rua, shopping center, lojas etc. Resta agora o consumidor se adaprtar a isso, os anunciantes arriscarem nesses meios e os publicitários encontrarem formas utéis de propagar seus produtos ou suas marcas.

Vocês concordam comigo?

Fonte: Trend Hunter


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